Mostrando postagens com marcador Meu livro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meu livro. Mostrar todas as postagens

Meu livro...

Posted: | Por Felipe Voigt | Marcadores: , 3 comentários

“Eram 69 poemas vagabundos” é a prova de que a obra pode – e deve! - sempre superar o autor. Previsto para serem apenas, como o nome diz, 69 poemas, acabou criando força e transbordou as páginas e alma daquele que os escreveu. Ao longo de 102 textos, publicados na ordem em que foram escritos (exceto o primeiro e o último), verá toda minha pretensa tentativa de traduzir o que sinto  e senti  em noites afogadas em lágrimas derramadas sozinhas em meu sofá. Algumas boas, muitas ruins...
Os sentimentos foram e são reais, por isso a desnecessidade de datá-los. 
Eram 69... foram 102... e serão muito mais. 
Até quando eu conseguir respirar mesmo me faltando o ar.
(Com prefácio do Paulão das Velhas Virgens)

A cada livro vendido, uma cerveja será bebida! É isso mesmo: a cada livro comprado, receberei apenas o valor de uma cerveja de lucro. Ou seja: não ficarei rico mas beberei mais. Ajude este pobre bêbado, rouco e louco a continuar bebendo, enrouquecendo e enlouquecendo...

Compre-o agora pelo site da Perse no link abaixo...

Keep Reading...

Em busca da capa perfeita

Posted: | Por Felipe Voigt | Marcadores: , 4 comentários
Pois bem: estou terminando de editar, de forma independente mesmo, um livro com meus poemas. Muitos já os leram aqui no blog, mas no livro terá maioria inédita. E essa porra toda enche o saco pra caralho! Correr com registro, com diagramação, escolher a ordem dos poemas e tudo mais... Sério: chega a desanimar e querer mandar tudo pra casa do caralho. Até porque o medo de ninguém comprar algo escrito por você é o que mais retrai. Ler por aqui é fácil, basta clicar no link e pronto. Mas se dispor a pagar por algo meu é algo que me deixa receoso.

Agora estou na fase da capa.


Sempre gostei muito desta pintura do Denis Peterson acima. A foto fala mais que laudas e páginas de texto. O cansaço exposto, a desconstrução social, a degradação moral... Ele está cansado. De tudo. Da vida, dele mesmo, dos outros. Não está deitado, descansando. Está caído, sem forças. Muitos o olharão como vagabundo, não entenderão seus motivos de estar ali, jogado... E ele não quer olhares de piedade, apenas precisa cessar o cansaço. E o fato de ser uma pintura e não uma foto só transforma ainda mais a imagem em poesia pura. O mesmo acontece com a figura abaixo. Elas falam sozinhas, sem legendas. É de uma sensibilidade rara encontrar pinturas assim, que ultrapassam o real e o surreal. Elas existem sozinhas, independente do que acharão delas. O cara na foto acima sou eu. Na abaixo também.


Entrei em contato com o artista e por ora não tenho condições de pagar o valor que ele pede para usar sua pintura. E olha que ele foi camarada e sacou que era uma publicação independente e colocou um valor baixo para um trabalho com essa qualidade. Apenas não consigo agora, outro dia conseguirei. Porque ele é foda - clique e veja se estou errado!

Sendo assim, me indicaram fazer uma foto na mesma linha e me usando como personagem. Não fico confortável com a ideia de ter um livro meu com minha foto na capa. Pareceria capa de disco – sim, ainda uso “disco” ao me referir aos álbuns lançados por cantores e bandas. Como não sou artista, me botar na capa seria egocentrismo demais, mais até do que meus próprios poemas.

Enfim: o que quero com tudo isso? Que você me ajude, caralho!

Conhece alguma fotógrafa? Um fotógrafo? Que tenha a sensibilidade de captar o que vi nessas figuras e reproduzir uma com a mesma emoção e poesia? Você é um artista da fotografia e tem algo parecido? Quer fazer uma parceria comigo? Te pago uma cerveja depois... pra dividi-la comigo.

Keep Reading...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...